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Comdep contrata empresa para lixo hospitalar
08/02/2013 - 18:56 - Por determinação do prefeito Rubens Bomtempo, a Comdep contratou emergencialmente a empresa Aborgama para coletar o lixo hospitalar da cidade por um período de até seis meses. Essa foi a alternativa encontrada por Bomtempo para resolver um dos problemas criados pelo governo anterior com relação ao aterro sanitário de Pedro do Rio.

“O incinerador para tratar o lixo hospitalar estava sendo montado pelo governo passado sem qualquer licença. Além disso, o prazo de vida útil do aterro de Pedro do Rio esgotou-se no ano passado e o ex-prefeito, ao pedir prorrogação do prazo, não apresentou qualquer projeto ao Inea. Essa é uma situação grave e irresponsável que estamos tentando contornar”, disse o presidente da Comdep, Hélio Dias.

A companhia terá que desembolsar de R$ 70 a R$ 80 mil por mês para pagar a destinação adequada de 1,5 toneladas de lixo hospitalar que a cidade produz por dia: “Pegamos a Comdep com um caixa reduzido, com diversas dívidas. A cidade estava com montanhas de lixo espalhadas por todos os bairros e com apenas 35 dias de governo tentaram arbitrariamente nos responsabilizar por todo o caos no aterro sanitário. Não podemos ser punidos pela omissão do governo passado”.
Comissão de Meio Ambiente da Câmara visita aterro sanitário - Na manhã desta sexta-feira, a comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores visitou o aterro. Durante o encontro, o presidente da Comdep, Hélio Dias, anunciou que o prefeito Rubens Bomtempo determinou o cumprimento das exigências do Inea, como o tratamento do chorume, a canalização das águas pluviais, além da apresentação dos projetos do incinerador e também de embasamento para o pedido de prorrogação do aterro sanitário.

Em 2009, o Ministério Público abriu inquérito acusando o ex-prefeito de ter feito o descarte de material infectado junto com o lixo domiciliar no vazadouro de Pedro do Rio, devido à desativação do incinerador de lixo hospitalar. O equipamento, que funcionava na Vila São José, na Rua Paulino Afonso, está parado desde julho do ano passado, e o  governo anterior  estava depositando o lixo hospitalar em uma célula séptica na área do aterro.

Embora o inquérito aberto pelo MP seja de 2009, somente este ano a Delegacia do Meio Ambiente e o Inea estiveram em Petrópolis para a inspeção no aterro sanitário de Pedro do Rio. Por isso, o presidente da Comdep, Hélio Dias, foi detido e agora o prefeito Rubens Bomtempo cobra explicações às autoridades policiais do Estado. A vistoria do Inea resultou em notificações sobre a falta de licença para uso do espaço, que também expirou em julho, e ausência do Estudo de Plano de Avanço.

O presidente da comissão e ex-presidente da Comdep, Anderson Juliano, disse durante a visita ao aterro que desconhecia o inquérito e destacou: “Isso não se faz. Deveriam ter dado tempo para a atual administração. Quiseram aparecer”, disse sobre a prisão de Hélio Dias, ao lado dos vereadores Roni Medeiros, Silmar Fortes e também do secretário de Meio Ambiente Almir Schimidt.

 
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