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Trote no SAMU
19/02/2016 - 15:17 - “Essa brincadeira de mau gosto coloca em risco muitas vidas que precisam de atendimento, causando prejuízos à população e prejudicando o sério serviço realizado pelo Samu. Por causa dos trotes, as linhas ficam sobrecarregadas e pessoas que necessitam de atendimento podem não conseguir contatar o 192. Além disso, por causa das falsas solicitações, ambulâncias são deslocadas desnecessariamente, onerando os cofres públicos e, eventualmente, deixando de atender quem realmente precisa”, disse o secretário de Saúde, Marcus Curvelo.

“Tivemos um caso de um mesmo número ligar sete vezes em apenas 20 minutos. Além das crianças, adultos também ligam passando trotes e em muitas situações ligam só para insultar os nossos atendentes”, lamentou a coordenadora do Samu, Patrícia Levefre, explicando que, quando é identificada que a chamada é de uma criança e foi feita de um celular, por exemplo, os atendentes retornam a ligação e alertam o adulto dono do celular. “E quando identificamos as ligações vindas dos orelhões ligamos de volta, falando o nome da rua e o município para mostrar que as ligações são gravadas e podemos rastrear”, disse a coordenadora.

As chamadas para o 192 são atendidas pelos TARMs (Técnicos Auxiliares de Regulamentação Médica), que, em alguns casos, conseguem identificar os trotes. Quando a informação falsa não é percebida, os TARMs transferem a ligação para o Médico Regulador, que dá continuidade ao atendimento. Há casos em que o médico consegue identificar o trote, no entanto, quando isso não ocorre, a ambulância é acionada e o trote só é descoberto quando a equipe de socorristas chega ao local.

Além de Petrópolis, a Central de Regulação do Samu-Serrana atende também os municípios de São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, Carmo, Guapimirim, Cantagalo e Cachoeiras de Macacu. O serviço começou em abril de 2014.
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