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Defesa Civil nas Escolas vai abordar as Ameaças de Verão no Segundo Semestre
11/07/2019 - 17:00 - O Defesa Civil nas Escolas vai abordar os problemas causados pelas fortes chuvas de verão no segundo semestre. Para isso, foram capacitados mais 240 profissionais de ensino esta semana na Casa da Educação Visconde de Mauá. No treinamento, os responsáveis pelas unidades de ensino aprenderam maneiras de praticar as atividades com os alunos envolvendo os temas Defesa Civil e Educação Ambiental. Nos cinco meses letivos do ano, o programa envolveu mais de 20 mil alunos em 631 atividades que abordaram as ameaças de inverno, que são os incêndios florestais e a estiagem.

"Os trabalhos foram desenvolvidos em todas as 180 unidades da rede municipal, além de outras 30 particulares e outras duas estaduais, que participaram de forma voluntária", destacou o prefeito Bernardo Rossi, reforçando a importância do Defesa Civil nas Escolas para o futuro da cidade.

"É um programa pioneiro no país e que vai trazer reflexos no futuro, com cidadãos mais conscientes sobre o seu papel na comunidade e sobre a importância da prevenção de desastres. A gente acredita na educação para salvar vidas", frisa o prefeito.

Quando retornarem as aulas em agosto, os alunos devem desenvolver trabalhos relacionados aos problemas de verão: deslizamentos de terra, inundações, rolamento de blocos rochosos, tempestades de raios e vendavais. Tem escola já se preparando para o início do próximo semestre.

"Fizemos quatro atividades das ameaças de inverno. Para o verão, vamos aumentar o número de trabalhos. É importante que nossos alunos tenham essa consciência dos riscos", explica Karine Vaz Toraldo, orientadora pedagógica do Liceu. 

“Esperamos envolver ainda mais alunos no próximo semestre, quando trabalham as ameaças relacionadas ao período de chuvas fortes de verão”, explicou o secretário de Defesa Civil, coronel Paulo Renato. “O trabalho em sala de aula é fundamental para que o futuro seja resiliente, criando uma cultura de percepção de riscos e de prevenção aos desastres de origem natural”, completa.

No segundo semestre de 2018 - primeiro ano de funcionamento da política pública - foram realizadas 170 atividades, com a participação de 103 unidades da rede, oito particulares e uma estadual. Nesse ano, o programa foi ampliado para as escolas das redes pública e privada que contam com educação infantil.

O programa também já rendeu um prêmio para a prefeitura. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) vai entregar um pluviômetro semiautomático e um kit educativo para serem usados dentro da política pública.
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